sábado, 24 de novembro de 2012

Violência contra a mulher


                             A violência ocorre porque os homens se aproveitam do fato de serem mais fortes, e assim se acham superiores. Impõem a sua vontade através da força e põem a culpa no ciúme, no álcool, na droga. A sociedade sempre colocou o homem como superior, o menino não podia lavar louças porque era coisa de mulherzinha, meninos tinham que brincar de luta, o rapaz tem que ser pegador, viril enquanto as meninas sempre delicadas, sensuais, sentimentais e o pior: submissas.
                              Até pouco tempo a única punição era o pagamento de cestas básicas, mas mesmo agora com a lei Maria da Penha, as mulheres não denunciam  por vergonha, medo. De que adianta a mulher         entrar com uma ação       contra o marido,  o juiz dizer que ele está obrigado a manter uma distancia de 500 metros e outras punições quando o homem é condenado a pena máxima é de 3 anos de prisão? Se o estado não der proteção eficaz para esta mulher? Ela vai viver para sempre em  casas-abrigo?
 Violência não é só aquela que deixa marcas externas, físicas, tem palavras que doem, humilhações. A mulher ser obrigada a se deitar com o marido mesmo depois de ter apanhado, de ouvir xingamentos, e ainda aceitar suas desculpas. Dói você se dedicar a uma pessoa e ser tratada como um bicho de estimação, senta, levanta, não olha para este lado, não fala, não tem liberdade, vive oprimida.
Acho que a família tem uma responsabilidade grande quanto à educação de seus filhos, passar princípios, valores iguais para meninos e meninas como: respeito, carinho, responsabilidades e acabar com essa ideia de que homem não chora. Homem pode ser sensível, carinhoso, pode demonstrar sentimentos sem afetar sua masculinidade. Deus fez a mulher da costela do homem para que ambos andassem lado a lado.
A submissão da mulher para o homem é no sentido de entrega, de compromisso, fidelidade :
Que um viva para o outro e ambos dêem exemplo a seus filhos e tenham uma família estruturada.
 (Efésios, capítulo 5, do versículo 25 ao 33)
Vós, maridos, amai vossas mulheres, como também Cristo amou a igreja, e a si mesmo se entregou por ela,
 Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra,
 Para a apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem mácula, nem ruga, nem coisa semelhante, mas santa e irrepreensível.
 Assim devem os maridos amar as suas próprias mulheres, como a seus próprios corpos. Quem ama a sua mulher, ama-se a si mesmo.
Porque nunca ninguém odiou a sua própria carne; antes a alimenta e sustenta, como também o Senhor à igreja; Porque somos membros do seu corpo, da sua carne, e dos seus ossos. Por isso deixará o homem seu pai e sua mãe, e se unirá a sua mulher; e serão dois numa carne.
 1 Coríntios 13:4-5
 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. 
Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal.